segunda-feira, 25 de julho de 2016

FIOCRUZ IDENTIFICA PERNILONGOS NO RECIFE COM POTENCIAL PARA TRANSMITIR O VÍRUS ZIKA


Essa história de dizer que a luta é apenas por um mosquito facilmente foi contesta pelo Fio Cruz.
O mosquito transmissor do Zika vírus é o Aedes aegypti. Mas, Estudos no início do ano apontavam outros mosquitos como possíveis transmissores do vírus. Como o Aedes albopictus e o Culex quinquefasciatus. Porém as experiências não eram conclusivas.
Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apresentaram no  Rio de Janeiro, um estudo inédito que mostra que o mosquito Culex quinquefasciatus, também chamado de muriçoca ou pernilongo doméstico, é um potencial transmissor do vírus da zika. Até então, só havia a certeza da transmissão pelo mosquito Aedes aegypti.
A pesquisa foi feita pela Fiocruz Pernambuco na região Metropolitana do Recife, já que a população deCulex é 20 vezes maior que a população de Aedes.
Os resultados preliminares mostraram a presença de Culex quinquefasciatus infectados naturalmente pelo zika vírus em três dos 80 grupos de mosquitos analisados. Em duas amostras os mosquitos não foram alimentados, mostrando que o vírus estava disseminado no organismo do inseto, ou seja, não foi infectado em uma alimentação recente, por um hospedeiro que locava o vírus.
Fiocruz rapidamente comunicou em uma entrevista à BCC que o risco de contágio no Rio durante a Olimpíada é baixo. A pesquisa também não encontrou Culex infectado no Rio. A instituição ainda afirmou que é necessário fazer mais estudos para avaliar o potencial da participação do Culex na disseminação do vírus da zika e seu real papel na epidemia.
“Até os resultados de novas evidências, a política de controle da epidemia de zika continuará pautada pelas mesmas diretrizes, tendo seu foco central no controle do Aedes aegypti“, comunicou em nota no site da fundação.

Veja na íntegra: FIO CRUZ

domingo, 22 de maio de 2016

Destruições Humanas

Por: João Paulo Alves

Os dados das destruições do nosso século compõem números assustadores, em torno de 14 milhões de hectares de floresta foram devastadas só na França. Imagine no Brasil o quanto de áreas foram devastadas pela arrogância dos governos políticos e grupos que dizem apoiar o meio ambiente, mas, se torna uma farsa, as máscaras até hoje não caíram. Nos seres humanos ainda não entendemos que sem a natureza não há vida. A intervenção do homem na natureza é algo muito preocupante, pois o ser humano não ver a natureza como vida, mas, ver ela como objeto de valor comercial.
Piquiá. O bairro que moro. Siderúrgicas ao fundo (Foto: JNT)


Em cada ano são devastadas cerca de 1,8 mil milhões. A esse ritmo desacelerado, bastaria apenas um século para todas as florestas tropicais desaparecerem da humanidade.
A floresta além das paisagens, quase como um “paraíso perdido”, um lugar de reflexão, de sentir-se em um mundo diferente, sem todos os barulhos e poluentes que a cidade produz. Ela é o efeito tampão, especialmente sobre as condições climáticas difíceis (regularização hidráulica, atenuação dos efeitos do vento, proteção contra diversas erosões. Um papel ecológico que a muito tempo desempenha.

Precisamos de uma ação urgente e você pode contribuir.
Poluição a vista no ar. Foto: (JNT)

"É triste pensar que a natureza fala e o ser humano não ouve" Victor Huggo


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Maranhense é reconhecido como membro humanitário da ONU


Enfermeiro Dacio Alves Viana presta assistência a comunidades carentes.
Sessão solene ocorreu na quinta-feira (29 de Abril), na cidade de Pedreiras (MA).



Um enfermeiro de Pedreiras (MA) – cidade localizada a 276 km de São Luís, na região central do Maranhão – tornou-se o primeiro maranhense a ser reconhecido nessa quinta-feira (28) como membro humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU). No dia em que a cidade completou 96 anos, a sessão solene realizada na Câmara Municipal homenageou além de artistas e empresários, agora um dos filhos mais que ilustres da terra de João do Vale – grande cantor e compositor, considerado o ‘Maranhense do Século XX’ –: o enfermeiro Dacio Alves Viana.
Dacio desenvolve um trabalho social e presta assistência em saúde a comunidades carentes do município de Belágua (MA), a 259 km de Pedreiras. Tudo começou em maio de 2015, durante uma visita a uma comunidade carente da cidade de Belágua. O que o enfermeiro não sabia é que um simples gesto mudaria a vida dele e de uma família inteira.

“Para a família, não tinha mais esperança. Mas quando a gente confia no profissional que a gente é, a gente sempre vê uma esperança. Nós fizemos todos os procedimentos corretos de reanimação da bebê, e agora quando eu voltei há um ano eu fiquei tão feliz que, realmente, é uma felicidade que não tem como descrever”, conta o enfermeiro.
Depois de um ano, Dacio e a bebê Josefa se reencontraram, e toda esta historia foi parar nas redes sociais. A ONU tomou conhecimento e o jovem é o primeiro maranhense a receber a medalha Tiradentes e a credencial de membro humanitário da ONU.
“Esse trabalho dele chama atenção das Forças Internacionais da Paz que, nesta data, vem trazer para ele uma medalha e filiando ele à ONU. A partir desta data, ele se torna filiado das Forças Internacionais da Paz”, diz Albertino Pereira, agente especial da ONU.

O trabalho social desenvolvido pelo enfermeiro e alguns outros voluntários ganhou também o reconhecimento da comunidade. “É um exemplo. É uma pessoa daqui, que tem um trabalho todo voltado na área de enfermagem,cuidando de vidas”, revela o diretor-geral do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) de Pedreiras, Gedeon Reis.


Informações de G1

Eu :D

Açailândia, Maranhão, Brazil
João Paulo é Embaixador Politize, voluntário da ONG Engajamundo; Técnico em Alimentos pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) e Graduando em Gestão Ambiental pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER).
(Em Breve)