segunda-feira, 2 de maio de 2016

Alga pode substituir petróleo e produção de combustível tornar-se mais barata





Uma alga pode revolucionar a produção de combustíveis no mundo e principalmente no Brasil que se ver em crise e afetado pelo o preço absurdo, substituir o petróleo, baratear os custos e de quebra, contribuir para o meio ambiente, numa produção sustentável, benéfica para todos.
Durante o processo de reprodução celular da alga Botryococcus braunii há uma enzima especial que fabrica hidrocarbonetos – moléculas que formam os combustíveis. Essas moléculas são achadas apenas nas profundezas da Terra, sob muita pressão, na forma de petróleo.
No caso do petróleo, fabricar os combustíveis é mais trabalhoso: é necessário primeiro, destilar o material para separar os hidrocarbonetos. A partir daí essas moléculas servem como “pecinhas” para montar os diferentes combustíveis.
Já com as algas é mais simples: o processo não precisa de destilação, porque os hidrocarbonetos já estão separados. Tudo o que os cientistas necessitam fazer é montar as peças e criar o combustível que desejarem.

O consumo de gasolina no Brasil é de 19,5 milhões de barris de gasolina.

Nos últimos dados de fevereiro de 2015. 
O consumo vem caindo com os preços assustadores.

Deparar com uma solução diante dos olhos pode parecer fácil, já que uma alga consegue fabricá-las sem nenhum estímulo é surpreendente – ainda mais quando se trata de uma alga tão comum: ela vive em água doce, cresce em quase todos os lagos do mundo, pode sobreviver em climas muito diferentes – do montanhoso ao desértico – ela só não é encontrada na Antártica.
O problema é que a alga não consegue produzir hidrocarbonetos tão veloz quanto nós precisamos: leva uma semana para que ela termine seu processo de reprodução celular, enquanto outras algas e plantas, inúteis em termos de combustível, alcançam fazer a mesma coisa apenas em horas.
Para contornar a situação, os pesquisadores estão tentando encontrar o mecanismo genético que comanda a enzima produtora de hidrocarbonetos e transplantá-lo para plantas mais rápidas. A ideia é inserir o “gene do petróleo” em plantas terrestres, como o tabaco, ou em diferentes algas comuns para aumentar a produção em um tempo menor e com menos custos.
Se os estudos se mostrarem corretos, a nova descoberta pode diminuir a força do petróleo e tornar toda a produção de combustível mais barata e simples: não vai mais ser necessário gastar milhões para remover a matéria-prima do fundo da Terra, ou do mar, nem brigar por reservas já existentes - Nem vai ter um outro petrolão - em relação à política.

E assim como nos biocombustíveis já existentes, o processo seria mais sustentável, já que parte da emissão de gás carbônico pelos combustíveis pode ser equilibrada pela fotossíntese das próprias algas. 

Com informações da SuperInteressante

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Eu :D

Açailândia, Maranhão, Brazil
João Paulo é Embaixador Politize, voluntário da ONG Engajamundo; Técnico em Alimentos pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) e Graduando em Gestão Ambiental pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER).
(Em Breve)