segunda-feira, 2 de maio de 2016

Poste sustentável brasileiro é criação vencedora de prêmio internacional

"Com o crescente amadurecimento da consciência ambiental, o mundo vislumbra novas fontes de energia que se renovam e reduzam o impacto ambiental. Esse projeto tem um objetivo significante para o Brasil uma conspiração de que o Brasil tem grande potencial mundial em termo de sustentabilidade. Infelizmente, ainda é muito pouco repudio ao desmatamento no coração da Amazônia e no pulmão do Brasil." João Paulo
------------


Um poste sustentável e econômico feito com lâmpada de LED e garrafas PET foi o objeto que concedeu um prêmio internacional à comunidade Um Litro de Luz, em parceria com uma empresa júnior da Universidade de Brasília, a ENETEC.
O prêmio Saint Andrews Prize For Environment, que ocorreu na Escócia, pagou aos criadores do projeto a quantia equivalente a 360 mil reais. Com o montante, é possível montar mais de mil estruturas de energia solar e atender mais de 40 comunidades, o que faz parte do intuito principal dos vencedores – ajudar pessoas. Segundo os líderes do Um Litro de Luz, o dinheiro será utilizado para iluminar comunidades ribeirinhas na Amazônia.
Quarenta postes com a tecnologia foram instalados em abril de 2015 na comunidade Vila Beira Mar, no Rio de Janeiro. A invenção provém de uma inspiração de uma lâmpada desenvolvida por Alfredo Moser em 2002, cuja tecnologia consiste na lâmpada imersa dentro de uma garrafa PET em uma solução de água e alvejante, a qual gera a refração da luz.
Os idealizadores do poste sustentável, por sua vez, o fizeram com a energia vinda de uma bateria de moto, carregada por uma placa solar. O uso de energia solar oferece inúmeros benefícios ambientais, especificamente em termos de sua capacidade de renovação e a redução das emissões de gases de efeito estufa e também benefícios econômicos para aqueles que optam por instalá-los. O objeto do projeto contém também um sensor que mantém a lâmpada acesa automaticamente à noite com a mesma intensidade de uma lâmpada convencional de 60 watts.
O custo de cada poste desenvolvido é de 260 reais, à medida que um poste tradicional custa, em média, três mil reais. Como diz o professor da Universidade do Texas em Austin, EUA, Roger Duncan: “A tendência no futuro é que a energia solar se torne a principal fonte no mundo inteiro. Em segundo lugar, cito as 'fontes regionais', ou seja, as que serão produzidas em cada região, mas que não precisam ser sempre as mesmas - o Brasil tem o Etanol da cana de açúcar, por exemplo.", destaca onde devemos investir para termos uma maior sustentabilidade, um futuro melhor para todos.


Com informações de SustentArqui

0 comentários:

Postar um comentário

Eu :D

Açailândia, Maranhão, Brazil
João Paulo é Embaixador Politize, voluntário da ONG Engajamundo; Técnico em Alimentos pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) e Graduando em Gestão Ambiental pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER).
(Em Breve)