Poste sustentável brasileiro é criação vencedora de prêmio internacional
"Com o crescente
amadurecimento da consciência ambiental, o mundo vislumbra novas fontes de
energia que se renovam e reduzam o impacto ambiental. Esse projeto tem um
objetivo significante para o Brasil uma conspiração de que o Brasil tem grande
potencial mundial em termo de sustentabilidade. Infelizmente, ainda é muito
pouco repudio ao desmatamento no coração da Amazônia e no pulmão do Brasil." João Paulo
------------
Um poste sustentável e
econômico feito com lâmpada de LED e garrafas PET foi o objeto que concedeu um
prêmio internacional à comunidade Um Litro de Luz, em parceria com uma empresa
júnior da Universidade de Brasília, a ENETEC.
O prêmio Saint Andrews Prize
For Environment, que ocorreu na Escócia, pagou aos criadores do projeto a
quantia equivalente a 360 mil reais. Com o montante, é possível montar mais de
mil estruturas de energia solar e atender mais de 40 comunidades, o que faz
parte do intuito principal dos vencedores – ajudar pessoas. Segundo os líderes
do Um Litro de Luz, o dinheiro será utilizado para iluminar comunidades
ribeirinhas na Amazônia.
Quarenta postes com a
tecnologia foram instalados em abril de 2015 na comunidade Vila Beira Mar, no
Rio de Janeiro. A invenção provém de uma inspiração de uma lâmpada desenvolvida
por Alfredo Moser em 2002, cuja tecnologia consiste na lâmpada imersa dentro de
uma garrafa PET em uma solução de água e alvejante, a qual gera a refração da
luz.
Os idealizadores do poste
sustentável, por sua vez, o fizeram com a energia vinda de uma bateria de moto,
carregada por uma placa solar. O uso de energia solar oferece inúmeros
benefícios ambientais, especificamente em termos de sua capacidade de renovação
e a redução das emissões de gases de efeito estufa e também benefícios
econômicos para aqueles que optam por instalá-los. O objeto do projeto contém
também um sensor que mantém a lâmpada acesa automaticamente à noite com a mesma
intensidade de uma lâmpada convencional de 60 watts.
O custo de cada poste
desenvolvido é de 260 reais, à medida que um poste tradicional custa, em média,
três mil reais. Como diz o professor da Universidade do Texas em Austin, EUA, Roger
Duncan: “A tendência no futuro é que a energia solar se torne a principal fonte
no mundo inteiro. Em segundo lugar, cito as 'fontes regionais', ou seja, as que
serão produzidas em cada região, mas que não precisam ser sempre as mesmas - o
Brasil tem o Etanol da cana de açúcar, por exemplo.", destaca onde devemos
investir para termos uma maior sustentabilidade, um futuro melhor para todos.
Com informações de SustentArqui

0 comentários:
Postar um comentário